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18
Dez
2011

Noite Branca anima Centro Histórico da Praia

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Para começar a época natalícia da melhor forma possível, fazendo a cidade vibrar do ponto de vista cultural, dinamizar o comércio e, sobretudo, fazer com que os munícipes sintam a Cidade da Praia com auto-estima e com espirito de vontade de responsabilidade, foram assim preconizados os objectivos para a realização da Noite Branca.

No dia 17 de Dezembro, Platô vestiu-se de branco para receber a "Noite Branca". Uma iniciativa inédita da Câmara da Praia e que envolveu várias actividades lúdicas e culturais no centro da capital.
 
As praças de Plateau e travessas da Rua 5 de Julho foram tomadas por diversos artistas que que deram brilho à Noite Branca, com música, teatro e cinema de rua, dança, poesia, desfile de moda, malabaristas, palhaços, entre outros, todos de branco. Uma das grandes atracções da Noite foram os Super Mama Djombo, uma banda que veio da Guiné-Bissau para dar mais animação à festa.
 
A Arte também esteve presente. Uma exposição e venda de produtos artesanais esteve patente, noite dentro, na Sala de Munícipes dos Paços do Concelho.
 
Foram unanimes as opiniões de que a primeira Edição da Noite Branca “foi um secesso”. Largas centenas de pessoas acolheram a iniciativa da Câmara Municipal da Praia e, no último sábado, marcaram presença no Centro Histórico da Cidade para viver a Noite Branca.
 
Cesária Évora a grande homenageada da Noite Branca
 
A primeira edição da Noite Branca aconteceu em dia de luto nacional, dia do falecimento de Cesária Évora. A CMP não cancelou a realização do evento, porque “consideramos que não haveria melhor forma de homenagear a Cesária que cantando, porque era aquilo que ela mais gostava de fazer. E temos todo o prazer de homenageá-la em todas as actividades da Noite Branca. Perdemos uma figura de maior destaque do panorama cultural e musical cabo-verdiano. Perdemos a nossa musa que mais e melhor cantou a morna. Uma figura insubstituível a meu ver insubstituível. Ela infelizmente partiu, mas a sua obra ficará para sempre para todos os cabo-verdianos”, explicou o vereador da Cultura, António Lopes da Silva.





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