A garantia foi dada na Cidade da Praia durante uma conferência de imprensa que serviu também para anunciar que novos bairros vão ser contemplados com o sistema da recolha domiciliária de lixo, nomeadamente Achada de Santo António, Paiol, Achadinha Pires, Lém Cachorro, Fazenda, Vila Nova, Safende e Calabaceira.
"Existem algumas dificuldades em alguns bairros, como Palmarejo, onde já está implementado o sistema, por isso a CMP vai reforçar o sistema de fiscalização, sendo que foram destacados dois guardas municipais para trabalharem exclusivamente com o ambiente e a salubridade", anunciou.
De acordo com Gilberto Silva, a partir de hoje, 25, a autarquia vai fazer um trabalho de sensibilização e informação aos munícipes, através da distribuição de folhetos e contactos porta a porta, assim como nos meios de comunicação social.
"Temos a necessidade de sensibilizar os munícipes no sentido de colaborarem para o respeito dos horários, ou seja, as pessoas não cumprem porque pensam que há alguma impunidade nesses actos, por isso, esta sensibilização visa explicar os motivos e as vantagens que teremos com esse tipo de serviço e apelar para o problema dos horários de recolha", explicou.
A CMP tem implementado o sistema de recolha de lixo porta a porta nos bairros de Achada Grande Frente e Trás, Palmarejo, Prainha, Terra Branca, Quebra Canela, e Chã de Areia, de segunda-feira a sábado.
A Cidade da Praia é a que produz mais lixo em todo o país, sendo que, na ilha de Santiago, o concelho é responsável por cerca de 70 por cento do lixo produzido.
De acordo com os dados da Direcção de Ambiente e Saneamento da Câmara Municipal, por dia são recolhidas cerca de 150 toneladas de lixo.
Inforpress